Veja o Dr. e Pastor Luigi apresentando o poder do cinema sobre a mente humana, a forma como o diabo trabalha no subconsciente das pessoas deixando-as dependente do cinema. O cinema enfraquece a vida espiritual. O local não deve ser frequentado por pessoas que querem um dia entrar no céu.
Ellen White: "Entre os mais perigosos lugares de diversões, acha-se o teatro (cinema). Em vez de ser uma escola de moralidade e virtude, como muitas vezes se pretende, é um verdadeiro foco de imoralidade. Hábitos viciosos e propensões pecaminosas são fortalecidos e confirmados por esses entretenimento. Canções baixas, gestos, expressões e atitudes licenciosos depravam a imaginação e rebaixam a moralidade. Todo jovem que costuma assistir a essas exibições se corromperá em seus princípios. Não há em nosso país influência mais poderosa para envenenar a imaginação, destruir as impressões religiosas e tirar o gosto pelos prazeres tranquilos e as realidades sóbrias da vida, que as diversões teatrais. O único caminho seguro é abster-nos de ir ao teatro (cinema), ao circo e a qualquer outro lugar de diversão duvidosa". M.J pag 380 Pare de frequentar o cinema, circo, teatro, estádio de futebol.
O propósito é chegar a sete mil estudantes universitários adventistas que serão embaixadores nas universidades públicas do mundo
O pastor Jiwan Moon, diretor do Ministério de Universitários para a Igreja Adventista no mundo, apresentando as iniciativas do Ministério aos líderes de Jovens Adventistas de oito países da América do Sul
Brasília, Brasil…[ASN] “Necessitamos reavivar os jovens para a conclusão da missão de pregação do evangelho no mundo”, disse o pastor Jiwan Moon, diretor do Ministério de Universitários para a Igreja Adventista mundial, na conversa com a Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN), no dia 14 de junho último. Moon visita a Sede Adventista Sul-Americana para impulsionar o Ministério de Universitários Adventistas, conhecido pelo nome em inglês como Public Campus Ministries (PCM).
Para a Igreja mundial, a visão do Ministério em Instituições Públicas, há 10 anos, é colaborar com as Divisões para o desenvolvimento de 120 equipes; ou seja, centros globais de treinamento móvel que atuem no nível da união local. Outra perspectiva é treinar e apoiar 120 missionários, capelães globais, para que desenvolvam e implementem um processo ou programa mundialmente unido de capelania. A intenção é contar com 600 trabalhadores missionários para as associações e missões que promovam a iniciativa nos campi universitários.
Em entrevista, Moon explicou que a pretensão é formar sete mil valdenses, jovens estudantes adventistas, para serem embaixadores, mensageiros, missionários e discípulos do Ministério nos campi universitários públicos onde realizam seus estudos, para que sirvam e liderem nas áreas das instituições de ensino.
O jovem adventista universitário que realiza algum curso profissional em instituição pública e que tenha o desejo de fazer parte do PCM deverá primeiro ser previamente capacitado. Os jovens contam com conselheiros da comunidade adventista, “homens e mulheres que podem ver o potencial dos jovens, que lhes mostrem os elevados planos de Deus para eles, que sejam uma influência espiritual para sua vida, que os levem a ter uma experiência mais profunda com Cristo e que lhes mostrem amor e apoio”, diz Moon. Além disso, ele afirmou, referindo-se aos conselheiros, que eles devem manter bom relacionamento com os jovens. “Sabemos que nossos jovens deixam a igreja devido à hipocrisia e, assim sendo, necessitamos de pessoas que revelem Cristo em sua vida”, acrescenta.
Líderes de Jovens Adventistas de oito países da América do Sul, que receberam orientações para impulsionar o Ministério de Universitários Adventistas
O alvo é que o PCM ou Ministério de Universitários Adventistas forme missionários para Cristo no campus, na igreja e na comunidade (MCP – Missionaries for Christ on Campus, in Church, and in their Community). “Se cada campo puder treinar doze estudantes por ano, teremos sete mil novos estudantes adventistas ou embaixadores missionários no campus, a cada ano”, explica Moon.
“Creio que esta Divisão está comprometida com a missão, pois é a que mais enviou missionários no mundo e estamos comprometidos com a Divisão Sul-Americana e com as demais divisões. Estamos dispostos a colaborar com este projeto que envolve os jovens nos quatro próximos anos”, conclui o pastor Jiwan Moon.
Atualmente, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista votou o Ministério de Universitários na Igreja local. Ainda, a função já está estabelecida noManual da Igreja, disse Carlos Campitelli, líder do Ministério Jovem e coordenador do PCM para os oito países da América do Sul. Campitelli e sua equipe de líderes das sedes da igreja, nos países sul-americanos, estão comprometidos em impulsionar o Ministério
Para finalizar seu encontro com a ASN, o pastor Moon falou sobre um dos eventos do Ministério no mundo. Ele se referiu ao fim de semana do PCM, no qual participarão estudantes, acadêmicos profissionais e conselheiros. O evento vai acontecer de 14 a 16 de outubro deste ano. Na sexta-feira, 14, será discutido o tema empatia no campus e, no sábado, 15, o compromisso na Igreja; no domingo, 16, será abordada a autorização para o serviço na comunidade. [Equipe ASN, Cárolyn Azo] Fonte: Notícias Adventistas
Durante toda a missão, mais de 50 pessoas decidiram ser batizadas e passaram a fazer parte da congregação nestas comunidades. (Foto: Reprodução).
Duas comunidades indígenas, Kanamari e Maguari, ficam cerca de 30 minutos distantes de Maraã, interior do Amazonas. Essas localidades são acessíveis apenas por via fluvial. Apesar disso, mais de 35 jovens participaram do projeto Missão Calebe, promovido pela Igreja Adventista, na região.
Durante um período deste mês, eles se mobilizaram em lanchas, canoas e rabetas (transportes usados em rios) para chegar até as duas comunidades. Foi em Kanamari que o grupo conheceu Iracema Duarte da Silva, que há dois anos conheceu o evangelho durante uma série evangelística.
Desde que se converteu, Iracema tem convidado seu esposo, Euzebio da Silva, cacique da tribo, para participar dos cultos. O líder indígena frequentava, mas faltava algo para tomar a decisão de entregar sua vida a Jesus. Foi neste momento que entrou o trabalho do “Missão Calebe” e acabou fazendo grande diferença.
Marivaldo Brandão é o pastor que atende a localidade. Ele conta que o projeto “Missão Calebe” estimulou a decisão do cacique. “Quando ele viu o movimento dos calebes, convenceu-se e decidiu ser batizado”, conta. Além de Euzebio, seu filho Isaías, de dez anos, tomaram a decisão de seguir a Cristo. Trabalho com adolescentes
Em Kanamari, a Igreja Adventista indígena possui muitos jovens e adolescentes, mas faltava um trabalho focado nos adolescentes. Então, o grupo de missionários, chamados de “os calebes”, se mobilizaram e fundaram o primeiro clube no local, com mais de 30 participantes. Já em Maguari, não havia presença adventista. Ali, os calebes também cumpriram a missão e realizaram uma campanha com estudos bíblicos durante um período de tempo.
Durante toda a missão, mais de 50 pessoas decidiram ser batizadas e passaram a fazer parte da congregação nestas comunidades. Para o pastor Marivaldo, o trabalho teve muitos desafios, todos superados com a ajuda de Deus. “Estou muito feliz de ver esse resultado em nossa região”, comentou.
Fósseis que não eram fósseis e ossos de patas que não eram patas…
A vida não está nada fácil para os evolucionistas, afinal, duas evidências apresentadas ad nauseam na imprensa, em artigos científicos e livros didáticos simplesmente caíram por terra com novas e mais acuradas pesquisas científicas.
O primeiro caso trata-se dos chamados “fósseis mais antigos do mundo” – os microfósseis de supostos 3,4 bilhões de anos de Apex Chert. De acordo com os pesquisadores, pilhas de minerais acabaram manchadas durante a circulação de fluidos, dando a impressão de haver fósseis dentro das rochas – mas não havia nada. Os novos dados foram publicados na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
O segundo caso é o da “pata” das baleias. Quem já não ouviu o mito evolucionista segundo o qual a vida terrestre teria surgido a partir de vertebrados que deixaram o ambiente aquático para viver em terra firme? Segundo os evolucionistas, alguns desses animais teriam voltado a viver na água, centenas de milhões de anos depois de terem saído de lá. Os ancestrais das baleias seriam um exemplo desses migrantes. E a grande “prova” apresentada pelos defensores dessa hipótese são alguns ossos encontrados no corpo das baleias e que parecem ser o que teria sobrado de patas primitivas de algum ancestral delas. Dizia-se que esses ossos não tinham função alguma, e por isso eram tratados como “órgãos vestigiais” capazes de “comprovar” o suposto passado terrestre dos ancestrais da baleia.
Pois bem, essa foi outra “prova” detonada pelos fatos e pela pesquisa séria. Novos estudos indicam que esses ossos pélvicos não têm nada a ver com patas primitivas. E definitivamente não se trata de “órgãos vestigiais”. Eles têm uma função importante: apoiar os músculos que controlam o pênis da baleia. Resumindo: aqueles ossos têm funções reprodutoras e não locomotoras. A pesquisa foi publicada por J. P. Dines, com o título “Sexual selection targets cetacean pelvic bones” (Evolution, 3/11/2014).
Imagine o trabalhão (e o gasto) que os editores de livros didáticos que apoiaram por anos essas historinhas terão para reescrever tudo…
Nada como um dia depois do outro e uma pesquisa depois da outra.
Uma representação artística mostra um exoplaneta que pode ser habitável
Astrônomos nos EUA operando o telescópio espacial Kepler, da Nasa, descobriram mais de cem planetas do tamanho da Terra orbitando outras estrelas.
Além destes, eles também identificaram nove pequenos planetas dentro das chamadas zonas habitáveis, onde as condições são favoráveis para a existência de água em estado líquido e, potencialmente, para a existência de vida.
As descobertas fazem parte de uma lista de 1.284 novos planetas detectados com o Kepler, mais do dobro do registro anterior do telescópio.
A Nasa afirma que foi o maior anúncio de novos exoplanetas – como são chamados planetas que orbitam estrelas fora do sistema solar.
Cientistas da agência espacial americana apresentaram as novas descobertas em uma teleconferência na terça-feira.
Mais de 10 bilhões
As análises estatísticas do Kepler ajudam os astrônomos a compreender como podem ser estes planetas.
Natalie Batalha, cientista da Missão Kepler no Centro de Pesquisas Ames, na Califórnia, afirmou que cálculos sugerem que podem existir mais de 10 bilhões de planetas potencialmente habitáveis apenas na Via Láctea.
"Cerca de 24% das estrelas abrigam planetas potencialmente habitáveis que são menores do que cerca de 1,6 vez o tamanho da Terra. É um número que gostamos pois é abaixo deste tamanho que estimamos que os planetas têm a chance de serem rochosos", disse Batalha.
"Se você se perguntar onde pode estar o planeta habitável mais próximo, está a cerca de 11 anos-luz, o que é muito perto", acrescentou.
Observatórios em planejamento, como o Telescópio Espacial James Webb, poderão examinar a luz de estrelas filtrada através de atmosferas de exoplanetas, na busca por possíveis sinais de vida.
"O objetivo final de nossa busca é detectar a luz de um exoplaneta habitável e analisar aquela luz para (detectar) gases como vapor de água, oxigênio, metano e dióxido de carbono - gases que podem indicar a presença de um ecossistema biológico", disse Paul Hertz, diretor de astrofísica da Nasa.
Prova de vida
Entre as descobertas do telescópio Kepler até agora, os planetas Kepler-186f e Kepler-452b são provavelmente os mais parecidos com a Terra em termos de propriedades como tamanho, temperatura da estrela em volta da qual orbitam e energia recebida desta estrela.
Natalie Batalha afirmou que as novas descobertas, Kepler-1638b e Kepler-1229b, são exemplos intrigantes na busca por planetas habitáveis.
Batalha disse que a missão Kepler é parte de um "objetivo maior e estratégico de encontrar prova de vida além da Terra: saber se estamos sozinhos ou não, saber... como a vida se manifesta na galáxia e qual é a sua diversidade".
"Ser capaz de olhar para um ponto de luz e conseguir dizer: 'Aquela estrela tem um mundo vivo orbitando à sua volta.' Acho que isto é muito profundo e responde questões sobre porque estamos aqui", acrescentou a cientista.
Superterra
Timothy Morton, da Universidade de Princeton em Nova Jersey, afirmou que a grande maioria dos exoplanetas encontrados pelo Kepler estão na categoria de superterra - de 1,2 a 1,9 vez maior do que o raio da Terra - e um tamanho menor do que o de Netuno - entre 1,9 e 3,1 vezes maior do que o raio da Terra.
Morton afirma que não se conhecem planetas análogos a estes, nestes tamanhos, em nosso Sistema Solar.
Os cientistas usaram uma nova técnica de estatísticas para autenticar os 1.284 exoplanetas a partir de um grupo de 4.302 planetas "candidatos" catalogados pelo Kepler em julho de 2015.
A técnica usou diferentes tipos de informação sobre os candidatos a partir de simulações, dando aos astrônomos uma taxa de confiabilidade para cada novo mundo em potencial.
Os candidatos que alcançavam uma taxa de confiabilidade maior do que 99% eram chamados de "planetas válidos".
A equipe de pesquisadores identificou outros 1.327 candidatos que têm uma probabilidade maior de serem novos mundos, mas não alcançaram a taxa de 99% - nestes casos, serão necessários mais estudos.
O telescópio Kepler emprega o método de trânsito para detectar planetas orbitando outras estrelas. Isto envolve medir uma leve diminuição na luz de uma estrela quando um planeta que a orbita passa entre ele e a Terra.
O mesmo fenômeno orbital foi usado quando Mercúrio transitou em frente ao Sol na segunda-feira.
O Kepler, batizado em homenagem do astrônomo renascentista Johannes Kepler, foi lançado em 7 de março de 2009.
Apesar de popular em sua congregação, pastora vai enfrentar processo que pode resultar no fim de sua carreira religiosa
Numa manhã de frio típica do clima canadense, 90 moradores de Toronto vencem a chuva e o vento cortante para assistir a mais um culto evangélico.
Todos os domingos, o prédio de interior austero é palco de 1h30 de culto, durante o qual o público ouve sermões sobre os dilemas da vida moderna, canta e promove ações comunitárias.
Apesar da rotina comum a qualquer congregação, o local esconde uma improvável rebelião, que pode alterar para sempre a forma como os canadenses lidam com a espiritualidade.
Durante todo o culto, ouve-se a palavra amor 43 vezes. Mas não há qualquer menção a Deus. Isso é assim desde que Gretta Vosper, pastora responsável pela comunidade, assumiu ser ateia.
Todos os objetos religiosos foram removidos dali. A única cruz em seu interior foi escondida por uma série de feixes de pano coloridos, que formam uma espécie de arco-íris suspenso. Também não há mais orações ou citações bíblicas. Apenas uma conversa em que Vosper faz perguntas e convoca seu público a dividir experiências.
"Não vejo qualquer evidência de que Deus exista, especialmente aquela figura benevolente que tem tudo sob seu controle", diz ela à BBC Brasil.
Para ela, Deus é apenas uma metáfora sobre as relações que estabelecemos com o mundo. "Com tantas coisas ruins à nossa volta, não posso aceitar o argumento de que qualquer acontecimento é parte da vontade de Deus", afirma.
Não usarás o nome de Deus em vão
As afirmações de Gretta têm provocado polêmica no país. Isso porque, até o fim de maio, ela deve enfrentar um processo que pode resultar no fim de sua carreira.
A conversão da pastora ao ateísmo começou há 15 anos, de forma gradativa. Primeiro, removeu menções bíblicas de suas falas. Em seguida, deixou de citar todas as entidades sobrenaturais, incluindo Jesus Cristo.
Image copyrightRAFAEL CHACHEImage captionIgreja Unida do Canadá reúne quatro correntes protestantes, incluindo a presbiteriana e a metodista
Na sequência, removeu as orações que tradicionalmente iniciam e finalizam o culto protestante. No lugar, uma conversa coletiva discute soluções para problemas que afligem a comunidade.
Em 2013, veio a decisão mais radical. Ao saber que 84 blogueiros de Bangladesh estavam sob ameaça de morte feitas por extremistas islâmicos, Vosper veio a público declarar-se ateia.
Desde então, representantes da comunidade protestante acusam-na de distorcer a função da religião. Também questionam sua legitimidade como líder da chamada Igreja Unida do Canadá.
"Não esperava tamanho impacto, mas não me arrependo de nada do que disse. Tanto Deus quanto a religião são hoje usados por grupos privilegiados, interessados apenas em manter seu status opressor. Eu não quero fazer parte disso", diz.
A tolerância como mandamento
Nascida em 1925, a Igreja Unida do Canadá resulta da junção de quatro correntes protestantes, incluindo a presbiteriana e a metodista. Conta com 2,5 milhões de seguidores, cerca de 7% da população total do país, e perde apenas para o catolicismo em número de fiéis.
Trata-se de uma doutrina reconhecida no país por suas posições progressistas. Admite, por exemplo, pastores homens e mulheres. Na direção oposta às igrejas evangélicas brasileiras, possui líderes declaradamente homossexuais e a união entre casais gays é aceita desde os anos 80.
Mas, ao acreditar no ambiente de total tolerância de ideias da instituição, Gretta talvez tenha ido longe demais.
Instaurado em 2015, o processo de avaliação vai decidir até o próximo mês se ela pode permanecer como membro da entidade. Será uma batalha desgastante, em que 40 membros da Igreja Unida vão interrogá-la e julgar seus conceitos sobre Deus.
Trata-se de um procedimento raríssimo na instituição, que só acontece quando algum de seus membros é alvo de graves acusações.
"O objetivo é investigar a situação, já que os conceitos defendidos por Vosper são alvo de preocupação por parte de nossos membros", diz o reverendo David Allen, secretário-executivo responsável pela região de Toronto.
Image copyrightRAFAEL CHACHEImage caption"Passei por diversas religiões e sempre me senti desconfortável com aqueles personagens todos e a representação de Deus. Conheci as ideias de Gretta há sete anos e nunca mais perdi um culto seu. Ela tem uma linguagem moderna e entende nossos problemas", diz a aposentada Joan Grace
"Após ouvi-la, a comissão vai decidir se ela é adequada para continuar a exercer o cargo. Caso não seja, será afastada definitivamente", diz.
Até o momento, Gretta já gastou 60 mil dólares canadenses (R$ 180 mil) na batalha para provar que sua definição de Deus merece ser considerada pelo júri religioso.
Gretta diz acreditar que a crescente polêmica em torno de sua personalidade se deve a uma onda conservadora. Os ataques mais duros começaram somente em 2015, uma década depois de suas primeiras declarações nada ortodoxas.
Um apresentador de uma rádio popular de London, cidade próxima a Toronto, chegou a defender que Gretta permaneça no cargo apenas para manter seu salário e o auxílio-moradia, ambos pagos pela congregação.
Num país em que entidades religiosas exercem pouca influência na sociedade, membros mais progressistas deixaram de frequentar a igreja, restando um público mais resistente a mudanças.
Mas, se o suposto conservadorismo cresceu em outras congregações, a comunidade de West Hill promete unir-se para salvar a pastora da crucificação.
Durante o culto, todos usam um broche em que se lê "minha igreja inclui Gretta Vosper". E já organizam protestos para serem realizados durante o julgamento.
"Já passei pelas por todas as religiões, mas não havia me identificado com nada até conhecer a pastora Gretta", diz Joan Grace, uma aposentada que se tornou fervorosa defensora do ateísmo há sete anos.
"Não poderia mesmo acreditar que o filho de Deus nasceu na Terra e sua mãe era virgem. É um absurdo que isso não possa ser contestado, o que estão fazendo é uma inquisição", dispara.
O milagre de Gretta
Se a Idade Média é evocada como forma de protesto à tentativa de expulsão de Gretta, a pastora defende que sua inclinação nada mais é do que uma tentativa de atualizar a religião para a vida contemporânea.
"Quando se começa a estudar teologia, é normal acreditar naquela mitologia sobrenatural, que é passada de geração para geração. Mas, ao se aprofundar no assunto, é inevitável não questionar como aquilo, nos dias de hoje, ainda é encarado como verdade absoluta", defende.
Image copyrightRAFAEL CHACHEImage caption"O mais grave é que sequer nossa congregação foi ouvida. A hierarquia mais alta da igreja quer impor seus conceitos sem nenhum diálogo. Vamos organizar protestos até que nós sejamos ouvidos", diz o aposentado Steve Watson
Gretta acredita que as religiões permanecem estacionadas no passado. Por isso, a tentativa de renovar o discurso é evidente em todos os cultos.
No mais recente, usou o Facebook e o Google para discutir intolerância. Ela explica para a plateia que, ao selecionarmos notícias e atualizações que somente seguem nosso posicionamento, estaríamos mais estridentes e avessos ao debate.
"É muito grave que nossa religião continue a ser usada mais como motivo de divisão do que de união. Hoje, temos disponíveis armas com tecnologia do século 21, mas uma mentalidade ainda presa à Idade Média. É uma mistura explosiva."
Mesmo com a iminente destituição do cargo, Gretta mantém a rotina de trabalhos voluntários, palestras e cultos. A sabatina de entrevistas a que será submetida deve se estender por cerca de um mês. E, se não acredita no poder das orações para salvá-la da demissão, ainda tem fé na generosidade dos homens.
"Não posso crer que uma entidade tão inclusiva, que sempre lutou pelas mulheres, indígenas, homossexuais, pobres e oprimidos vá se tornar um espaço de intolerância", afirma. "Minha vida se passou aqui dentro, não saberia exercer qualquer outra profissão", completa.
Por enquanto, alterar a definição do que é Deus para a igreja se mostra tarefa tão hercúlea quanto a abertura do Mar Vermelho.
Pessoas mais ativas são 7% menos suscetíveis a desenvolver a doença. Dieta, fumar e outros fatores podem influenciar no resultado.
Exercícios físicos estão associados a uma diminuição no risco de câncer (Foto: CDC/ Amanda Mills)
A prática de atividade física está associada a um menor risco de desenvolver 13 tipos de câncer, aponta estudo publicado na revista científica JAMA Internal Medicine.
A pesquisa, realizada Instituto Nacional do Câncer, dos Estados Unidos, analisou 1.4 milhão de participantes em onze anos, relacionando a atividade física com a incidência de 26 tipos de câncer. Foram constatados mais de 186 mil casos da doença entre os participantes.
Os resultados apontaram que uma vida mais ativa está associada a um menor risco no desenvolvimento de pelo menos 13 tipos de câncer: câncer de esófago (42% menor risco); fígado (27%); pulmonar (26%); rim (23%) ; estômago (22%); câncer de endométrio (21%) ; leucemia mieloide (20%) ; mieloma (17%) ; cólon (16%); cabeça e pescoço (15%) , retal (13%) ; bexiga (13%) ; e de mama (10%). Em média, pessoas mais ativas são 7% menos suscetíveis a desenvolver a doença.
Por outro lado, foi notado um aumento de cinco por cento no risco de câncer de próstata e 27% no risco de desenvolver melanoma, um tipo de câncer de pele – neste caso, o índice foi observado apenas em regiões onde há alta incidência de raios UV.
Os pesquisadores, no entanto, advertem que o estudo não exclui a possibilidade de que dieta, fumar e outros fatores possam afetar os resultados. A pesquisa também utilizou o critério de autodeclaração sobre a prática de atividade física, o que também pode comprometer os resultados.