sexta-feira, 12 de agosto de 2016


As editoras irão remover qualquer menção ao evolucionismo de livros e apostilas



Editoras cederam à pressão de uma organização educacional e vão remover informações sobre a Teoria da Evolução na Coreia do Sul.
A movimentação começou no mês passado, quando uma petição para revisar textos sobre a evolução em apostilas foi aprovada pelo Ministério da Educação do país. Muitas publicações, que mostravam exemplos da teoria sobre ancestrais de cavalos, por exemplo, foram apontadas pela Sociedade de Revisão de Apostilas, que, por sua vez, quer “apagar” esse “erro” dos textos educativos. Quem faz parte dessa sociedade são professores de biologia e de ciências.
Conteúdo sobre a evolução dos humanos também deve ser removido – inclusive aquela famosa figura que mostra um ancestral muito parecido com um macaco se transformando em um homem, de Charles Darwin.
A teoria do criacionismo tem muitos adeptos na Coreia do Sul, onde quase um terço da população não acredita na evolução (de acordo com o documentário The Era of God and Darwin). As raízes dessa crença não são comprovadas, embora se acredite que elas se devam à popularidade do cristianismo no país.
Outro problema, segundo um cientista evolucionista da Universidade de Seul, chamado Dayk Jang, é a falta de professores especializados no assunto. De acordo com ele, no país existem no máximo 10 evolucionistas que dão aulas para o ensino médio ou em cursos de graduação – e a tendência, com a falta de material didático sobre o assunto, é que esse número fique ainda menor.




No início de julho entrou em vigor na província argentina de Santa Fé a lei 13.441, que regula a abertura e fechamento de estabelecimentos comerciais aos domingos. A chamada lei de “descanso dominical” despertou polêmica na internet. Contudo, a precipitação e o exagero têm dificultado um entendimento mais claro dos fatos e de como a realidade atual está aos poucos convergindo para o clímax escatológico de Apocalipse 13. Também percebemos que manifestações apaixonadas e descontextualizadas na web mais prejudicam que ajudam na pregação do “evangelho eterno” (Apocalipse 14:6).
Em primeiro lugar, como vimos, a lei não é nacional, mas provincial. A lei não tem abrangência irrestrita, pois focaliza os grandes supermercados, enquanto permite a abertura de outros estabelecimentos. A iniciativa do projeto em tramitação desde 2014 não partiu de grupos religiosos, mas da Associação de Empregados de Comércio, ou seja, de um sindicato.
A lei também despertou forte oposição de empregados, que veem seu salário diminuir, além da perspectiva de demissões significativas (20% do número total de funcionários de grandes supermercados). Os empregadores afirmam que o domingo é o dia de maior movimento, e o fechamento nesse dia ocasiona um prejuízo financeiro que a venda nos outros dias não pode compensar.
Percebemos que o contexto dessa lei dominical está distante de um movimento religioso em torno do domingo. Tanto que não está gerando comoção entre os adventistas argentinos, pois não os têm afetado tanto individual quanto institucionalmente, segundo Walter Steger, da Associación Casa Editora Sudamericana. Apesar disso, a Igreja Adventista na região está atenta e até emitiu um comunicado oficial já em 2013.[1]Iniciativas em favor de leis dominicais têm sido tomadas nos últimos anos, sendo adotada na província de Pampa; a província de Chaco votou a lei em 2011, a qual foi vetada pelo governador. Em cidades interioranas também há leis similares. Em Buenos Aires existe um projeto de lei em andamento.[2]
Algumas perguntas sugerem uma reflexão. Por que o sindicato argentino propõe o descanso no domingo? Por que não permitir aos funcionários ter o direito de escolher um dia na semana para descansar? Se a “lei dominical” não se trata de um fato com implicações religiosas, o que ela tem a nos dizer? São questões como essas às quais precisamos responder antes de achar tudo normal ou de fazer pregações e postssensacionalistas. Analisemos, então, três aspectos: cultura dominical, movimentos dominicais e clímax escatológico.
Cultura dominical
O descanso dominical já está enraizado na cultura latina e cristã, de modo geral. Mesmo nas sociedades em que a religião não é tão relevante, o “descanso” no domingo faz parte da memória cultural. De dia dedicado ao sagrado, o domingo passou a servir ao entretenimento, formando com o sábado o pacote secular do “fim de semana”. Apesar de alguns setores funcionarem nesse dia, praticamente em todos os países “cristãos”, muitas portas se fecham, enquanto outras baixam mais cedo (em geral, os shoppings e as lojas norte-americanas fecham às 19h no domingo).
Na Argentina, assim como no Brasil, o costume do descanso dominical sempre existiu. Contrariando essa tradição, mas se estabelecendo como reflexo do aprofundamento do consumismo, as grandes redes de supermercados e os shoppings se transformaram em templos do consumo, tendo no domingo um dia reservado para esse propósito.
Movimentos dominicais
As leis dominicais, em muitos lugares, parecem ser uma reação ao estabelecimento do consumo como um valor primordial, em detrimento da importância do ser humano, ou mesmo em relação à tradição e à fé. Alguns grupos, como no caso do sindicato argentino mencionado, advogam a causa do domingo em defesa do “trabalho digno”, alegando ser degradante trabalhar semanas a fio, sem descanso, como de fato é. Dessa forma, defensores de direitos trabalhistas apelam aos tribunais para que se aprovem leis que garantam o descanso dominical ao trabalhador.
Por outro lado, há grupos recorrendo a uma argumentação mais religiosa para fazer frente ao domingo secularizado. Argumenta-se em torno das tradições e dos valores cristãos em contraposição aos valores consumistas e seus efeitos destrutivos na sociedade, ou mesmo ao meio ambiente. As encíclicas papais Dies Domini Laudato si’ são monumentos a essa causa.
O que une ambas as vertentes é a atuação junto aos setores político e judiciário para impor o descanso dominical. Seja como direito trabalhista ou como exercício da fé, a dinâmica percebida na atualidade parece refletir elementos do panorama apresentado simbolicamente em Apocalipse 13, no qual a “marca da besta” será posta “sobre a mão direita ou sobre a fronte” (v. 16). A marca da besta é entendida pelos adventistas como sendo o domingo, em contraposição ao “sinal de Deus”, o sábado (Ezequiel 20:12, 20; cf. Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; Apocalipse 12:17; 14:12). O ser posta sobre a mão ou sobre a fronte representa uma “conveniência” ou uma sujeição à imposição, refletida simbolicamente pela mão; ou voluntária, representada pela fronte.[3]
É crescente o número de grupos e setores da sociedade comprometidos com a causa do domingo em várias partes do mundo, entre eles, a European Sunday Alliance. São iniciativas dispersas, mas que convergem para um só fim. De certa forma, poderíamos falar em um movimento global, apesar de desconexo, em torno do domingo. Porém, ações coordenadas há décadas pelo Vaticano postulam o papa como a liderança catalisadora desse processo. Nas encíclicas e nos discursos, a defesa católica do domingo agrega todos os argumentos, sejam religiosos ou seculares em favor da observância do primeiro dia da semana, esboçando o cenário de Apocalipse 13.
Clímax escatológico
Na escatologia adventista, a controvérsia entre o sábado e o domingo estará no centro do embate final entre Cristo e Satanás e seus respectivos instrumentos humanos. Esse clímax só se dará quando a maior potência da Terra, instigada por um protestantismo corrompido, promulgar leis que violem a consciência e imponham observâncias religiosas. “A fim de formarem os Estados Unidos uma imagem da besta, o poder religioso deve a tal ponto dirigir o governo civil que a autoridade do Estado também seja empregada pela igreja para realizar os seus próprios fins.”[4]
Por outro lado, é importante lembrar que a controvérsia final implicará não só na aceitação do domingo, mas numa rejeição do sábado bíblico. “Ao rejeitarem os homens a instituição que Deus declarou ser o sinal de Sua autoridade, e honrarem em seu lugar a que Roma escolheu como sinal de sua supremacia, aceitarão, de fato, o sinal de fidelidade para com Roma – ‘o sinal da besta’. E somente depois que esta situação esteja assim plenamente exposta perante o povo, e este seja levado a optar entre os mandamentos de Deus e os dos homens, é que, então, aqueles que continuam a transgredir hão de receber ‘o sinal da besta’”.[5]
Reflexão
Ainda não chegamos a esse ponto. Utilizando as palavras de Ellen White, a “situação” não está “assim plenamente exposta perante o povo”. Os poderes políticos ainda não estão subjugados pelos interesses eclesiásticos, embora já exista forte pressão nesse sentido nos EUA e mesmo em outros países como o Brasil, com suas bancadas religiosas no Congresso. Contudo, acontecimentos aparentemente dispersos e irrelevantes devem estar na mira. Há uma afinidade entre eles.
Ao mesmo tempo em que devemos fugir de uma atitude de alarmismo, precisamos estar atentos. Em meio à vasta complexidade do mundo atual, os atores do drama final caminham pouco a pouco para o grande desfecho, o que pode não parecer muito evidente. O clímax escatológico previsto em Apocalipse 13 ainda não aconteceu, mas está a caminho. Precisamos nos aprofundar na comunhão com Deus, por meio do estudo da Palavra, da oração e do testemunho. Somente uma dependência total do Senhor nos ajudará a ter o discernimento necessário para compreender o momento em que vivemos e a permanecer firmes quando a hora finalmente chegar.
Leia mais:
Compilação de Ellen White sobre leis dominicais (em espanhol):http://revistaadventista.editorialaces.com/index.php/2016/04/01/libertad-religiosa/
[1] Declaración de la Iglesia Adventista Respecto de los Proyectos de Ley para Imponer el Cierre Obrigatorio de los Establecimientos Comerciales Los Domingos.  Pr. Carlos Gill Krüg, presidente da União Argentina. 29 de agosto de 2013. Disponível em:http://www.libertadreligiosa.org.ar/web/ComunicadosAdventistas.htm#DominicalDeclaracionArg
[2] Veja uma lista de iniciativas de aprovação de leis dominicais na Argentina e no mundo: http://www.libertadreligiosa.org.ar/web/legislaciondominical.htm
[3] Nichol, F. D. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia. Tatuí-SP: Casa Publicadora Brasileira, vol. 7, p. 910, 2014.
[4] White, Ellen G. O Grande Conflito, p. 443.
[5] Ibid., p. 449.

Esforços de Ray McAllister ajudam os estudantes cegos a ler textos bíblicos antigos sozinhos


Ray McAllister segura o prêmio doutor Jacob Bolotin por seu trabalho na codificação em braile (Foto: Universidade Andrews)


 Barrien Springs, EUA… [ASN] Pela primeira vez, um adventista do sétimo dia recebeu o “Prêmio Nobel por Cegueira” por codificar línguas bíblicas antigas em braile permitindo que alunos cegos estudem os textos originais por conta própria.
Ray McAllister, professor adjunto na Universidade Andrews e terapeuta massagista licenciado, e sua organização, a Semitic Scholars (Estudiosos Semitas), receberam o prestigioso Prêmio doutor Jacob Bolotin pela Federação Nacional dos Cegos em julho.

O prêmio, que veio com a recompensa em dinheiro de 20 mil dólares, reconhece indivíduos e organizações que têm feito contribuições significativas para a integração dos cegos na sociedade.
“A minha oração é que este prêmio me dê o reconhecimento de que eu preciso para negociar com os estudiosos do mundo inteiro para que eu possa ter acesso aos materiais de texto de que preciso”, declara McAllister.
A Federação Nacional dos Cegos elogiou a Semitic Scholars por sua realização.
O grupo Semitic Scholars é composto por McAllister; Sarah Blake LaRose, que é transcritora de braile, professora de hebraico e aluna da Anderson University, em Anderson, Indiana; e Matthew Yeater, presidente da Michiana, filial da Federação Nacional dos Cegos em Indiana.
Este prêmio, conhecido em muitos círculos como “o Prêmio Nobel da Paz da Cegueira”, leva o nome de Jacob Bolotin, um diligente médico cego e forte defensor dos cegos que exerceu sua profissão de 1912 até sua morte, em 1924, aos 36 anos de idade.
Começo
Ser o primeiro adventista a receber o prêmio não é o primeiro feito de McAllister. Em 2010, tornou-se o primeiro cego a obter um doutorado com ênfase em Antigo Testamento, que ele recebeu do Seminário Adventista do Sétimo Dia do campus da Universidade Andrews. Atualmente, ele trabalha como professor adjunto da Escola de Educação à Distância e Parcerias Internacionais da universidade em Berrien Springs, Michigan.
Para o projeto de braile, McAllister inicialmente usou um computador para converter sua própria versão de símbolos gregos e hebraicos em letras em braile e mostrá-las em uma tela em braile, um dispositivo com algo semelhante a pins magnéticos que aparecem na forma de palavras em braile.
Mas ele disse ter percebido que precisava de algo que se parecesse mais com grego e hebraico em braile, apenas com símbolos extras. Então, desenvolveu uma codificação para esses símbolos ainda não estabelecida na língua para cegos.
O hebraico, por exemplo, tem marcas de acento que ajudam o leitor a saber quando pausar durante a leitura e que podem ser usadas para informar aos leitores como entoar ou cantar o texto. Mas esses símbolos não foram previamente mapeados em hebraico em braile.
“Já que entoar é uma tarefa que um cego pode apreciar, eu senti a necessidade de preparar Bíblias hebraicas em braile com todos esses símbolos”, explica McAllister. “Uma vez que desenvolvi esses símbolos, eu precisava que eles fossem revisados por colegas.”
Expansão
Em 2007, LaRose desenvolveu uma tabela em braile para grego e hebraico bíblicos com todas as suas marcações técnicas. Com a orientação de Sarah, McAllister completou um sistema que poderia ser usado para preparar textos para cegos. Usando esse sistema e a função “localizar e substituir” do Word, da Microsoft, juntamente com a Bíblia Hebraica Aleppo, ele traduziu o texto ao braile.
Em 2014, fez uma parceria com a Duxbury Systems, empresa que produz software para converter documentos de várias línguas ao braile. Através do trabalho com várias outras pessoas, Duxbury agora é capaz de converter muitos textos antigos sem usar a função localizar e substituir.
“Meus sonhos para o futuro deste projeto são simples: eu gostaria de ter mais textos em mais línguas antigas em formato braile”, sublinha McAllister. “Além disso, eu não tenho nenhuma ideia de como Deus vai conduzir. Só sei que Ele tem conduzido até agora, e o que está por vir será uma aventura ainda maior.” [Danni Francis, da Universidade Andrews, e Andrew McChesney, da Adventist Review

domingo, 24 de julho de 2016


Palestra realizada no UNASP.

Veja o Dr. e Pastor Luigi apresentando o poder do cinema sobre a mente humana, a forma como o diabo trabalha no subconsciente das pessoas deixando-as dependente do cinema. O cinema enfraquece a vida espiritual. O local não deve ser frequentado por pessoas que querem um dia entrar no céu.
Ellen White: "Entre os mais perigosos lugares de diversões, acha-se o teatro (cinema). Em vez de ser uma escola de moralidade e virtude, como muitas vezes se pretende, é um verdadeiro foco de imoralidade. Hábitos viciosos e propensões pecaminosas são fortalecidos e confirmados por esses entretenimento. Canções baixas, gestos, expressões e atitudes licenciosos depravam a imaginação e rebaixam a moralidade. Todo jovem que costuma assistir a essas exibições se corromperá em seus princípios. Não há em nosso país influência mais poderosa para envenenar a imaginação, destruir as impressões religiosas e tirar o gosto pelos prazeres tranquilos e as realidades sóbrias da vida, que as diversões teatrais. O único caminho seguro é abster-nos de ir ao teatro (cinema), ao circo e a qualquer outro lugar de diversão duvidosa". M.J pag 380
Pare de frequentar o cinema, circo, teatro, estádio de futebol.

Por: Hugo Bustamante.
O propósito é chegar a sete mil estudantes universitários adventistas que serão embaixadores nas universidades públicas do mundo

O pastor Jiwan Moon, diretor do Ministério de Universitários para a Igreja Adventista no mundo, apresentando as iniciativas do Ministério aos líderes de Jovens Adventistas de oito países da América do Sul

Brasília, Brasil…[ASN] “Necessitamos reavivar os jovens para a conclusão da missão de pregação do evangelho no mundo”, disse o pastor Jiwan Moon, diretor do Ministério de Universitários para a Igreja Adventista mundial, na conversa com a Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN), no dia 14 de junho último. Moon visita a Sede Adventista Sul-Americana para impulsionar o Ministério de Universitários Adventistas, conhecido pelo nome em inglês como Public Campus Ministries (PCM).
Para a Igreja mundial, a visão do Ministério em Instituições Públicas, há 10 anos, é colaborar com as Divisões para o desenvolvimento de 120 equipes; ou seja, centros globais de treinamento móvel que atuem no nível da união local. Outra perspectiva é treinar e apoiar 120 missionários, capelães globais, para que desenvolvam e implementem um processo ou programa mundialmente unido de capelania. A intenção é contar com 600 trabalhadores missionários para as associações e missões que promovam a iniciativa nos campi universitários.
Em entrevista, Moon explicou que a pretensão é formar sete mil valdenses, jovens estudantes adventistas, para serem embaixadores, mensageiros, missionários e discípulos do Ministério nos campi universitários públicos onde realizam seus estudos, para que sirvam e liderem nas áreas das instituições de ensino.
O jovem adventista universitário que realiza algum curso profissional em instituição pública e que tenha o desejo de fazer parte do PCM deverá primeiro ser previamente capacitado. Os jovens contam com conselheiros da comunidade adventista, “homens e mulheres que podem ver o potencial dos jovens, que lhes mostrem os elevados planos de Deus para eles, que sejam uma influência espiritual para sua vida, que os levem a ter uma experiência mais profunda com Cristo e que lhes mostrem amor e apoio”, diz Moon. Além disso, ele afirmou, referindo-se aos conselheiros, que eles devem manter bom relacionamento com os jovens. “Sabemos que nossos jovens deixam a igreja devido à hipocrisia e, assim sendo, necessitamos de pessoas que revelem Cristo em sua vida”, acrescenta.
Líderes de Jovens Adventistas de oito países da América do Sul, que receberam orientações para impulsionar o Ministério de Universitários Adventistas

O alvo é que o PCM ou Ministério de Universitários Adventistas forme missionários para Cristo no campus, na igreja e na comunidade (MCP – Missionaries for Christ on Campus, in Church, and in their Community).  “Se cada campo puder treinar doze estudantes por ano, teremos sete mil novos estudantes adventistas ou embaixadores missionários no campus, a cada ano”, explica Moon.
“Creio que esta Divisão está comprometida com a missão, pois é a que mais enviou missionários no mundo e estamos comprometidos com a Divisão Sul-Americana e com as demais divisões. Estamos dispostos a colaborar com este projeto que envolve os jovens nos quatro próximos anos”, conclui o pastor Jiwan Moon.
Atualmente, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista votou o Ministério de Universitários na Igreja local. Ainda, a função já está estabelecida noManual da Igreja, disse Carlos Campitelli, líder do Ministério Jovem e coordenador do PCM para os oito países da América do Sul. Campitelli e sua equipe de líderes das sedes da igreja, nos países sul-americanos, estão comprometidos em impulsionar o Ministério
Para finalizar seu encontro com a ASN, o pastor Moon falou sobre um dos eventos do Ministério no mundo. Ele se referiu ao fim de semana do PCM, no qual participarão estudantes, acadêmicos profissionais e conselheiros. O evento vai acontecer de 14 a 16 de outubro deste ano. Na sexta-feira, 14, será discutido o tema empatia no campus e, no sábado, 15, o compromisso na Igreja; no domingo, 16, será abordada a autorização para o serviço na comunidade.  [Equipe ASN, Cárolyn Azo]

Fonte: Notícias Adventistas


Segundo Marivaldo Brandão, pastor da região, quando o Cacique viu o movimento dos 'calebes', se convenceu e decidiu ser batizado 
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  • Durante toda a missão, mais de 50 pessoas decidiram ser batizadas e passaram a fazer parte da congregação nestas comunidades. (Foto: Reprodução).
    Durante toda a missão, mais de 50 pessoas decidiram ser batizadas e passaram a fazer parte da congregação nestas comunidades. (Foto: Reprodução).
    Duas comunidades indígenas, Kanamari e Maguari, ficam cerca de 30 minutos distantes de Maraã, interior do Amazonas. Essas localidades são acessíveis apenas por via fluvial. Apesar disso, mais de 35 jovens participaram do projeto Missão Calebe, promovido pela Igreja Adventista, na região.
    Durante um período deste mês, eles se mobilizaram em lanchas, canoas e rabetas (transportes usados em rios) para chegar até as duas comunidades. Foi em Kanamari que o grupo conheceu Iracema Duarte da Silva, que há dois anos conheceu o evangelho durante uma série evangelística.
    Desde que se converteu, Iracema tem convidado seu esposo, Euzebio da Silva, cacique da tribo, para participar dos cultos. O líder indígena frequentava, mas faltava algo para tomar a decisão de entregar sua vida a Jesus. Foi neste momento que entrou o trabalho do “Missão Calebe” e acabou fazendo grande diferença.
    Marivaldo Brandão é o pastor que atende a localidade. Ele conta que o projeto “Missão Calebe” estimulou a decisão do cacique. “Quando ele viu o movimento dos calebes, convenceu-se e decidiu ser batizado”, conta. Além de Euzebio, seu filho Isaías, de dez anos, tomaram a decisão de seguir a Cristo.
    Trabalho com adolescentes
    Em Kanamari, a Igreja Adventista indígena possui muitos jovens e adolescentes, mas faltava um trabalho focado nos adolescentes. Então, o grupo de missionários, chamados de “os calebes”, se mobilizaram e fundaram o primeiro clube no local, com mais de 30 participantes. Já em Maguari, não havia presença adventista. Ali, os calebes também cumpriram a missão e realizaram uma campanha com estudos bíblicos durante um período de tempo.
    Durante toda a missão, mais de 50 pessoas decidiram ser batizadas e passaram a fazer parte da congregação nestas comunidades. Para o pastor Marivaldo, o trabalho teve muitos desafios, todos superados com a ajuda de Deus. “Estou muito feliz de ver esse resultado em nossa região”, comentou.

    Fonte: Mundo Cristão

    quinta-feira, 21 de julho de 2016

    Fósseis que não eram fósseis e ossos de patas que não eram patas…
    A vida não está nada fácil para os evolucionistas, afinal, duas evidências apresentadas ad nauseam na imprensa, em artigos científicos e livros didáticos simplesmente caíram por terra com novas e mais acuradas pesquisas científicas.
    O primeiro caso trata-se dos chamados “fósseis mais antigos do mundo” – os microfósseis de supostos 3,4 bilhões de anos de Apex Chert. De acordo com os pesquisadores, pilhas de minerais acabaram manchadas durante a circulação de fluidos, dando a impressão de haver fósseis dentro das rochas – mas não havia nada. Os novos dados foram publicados na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
    O segundo caso é o da “pata” das baleias. Quem já não ouviu o mito evolucionista segundo o qual a vida terrestre teria surgido a partir de vertebrados que deixaram o ambiente aquático para viver em terra firme? Segundo os evolucionistas, alguns desses animais teriam voltado a viver na água, centenas de milhões de anos depois de terem saído de lá. Os ancestrais das baleias seriam um exemplo desses migrantes. E a grande “prova” apresentada pelos defensores dessa hipótese são alguns ossos encontrados no corpo das baleias e que parecem ser o que teria sobrado de patas primitivas de algum ancestral delas. Dizia-se que esses ossos não tinham função alguma, e por isso eram tratados como “órgãos vestigiais” capazes de “comprovar” o suposto passado terrestre dos ancestrais da baleia.
    Pois bem, essa foi outra “prova” detonada pelos fatos e pela pesquisa séria. Novos estudos indicam que esses ossos pélvicos não têm nada a ver com patas primitivas. E definitivamente não se trata de “órgãos vestigiais”. Eles têm uma função importante: apoiar os músculos que controlam o pênis da baleia. Resumindo: aqueles ossos têm funções reprodutoras e não locomotoras. A pesquisa foi publicada por J. P. Dines, com o título “Sexual selection targets cetacean pelvic bones” (Evolution, 3/11/2014).
    Imagine o trabalhão (e o gasto) que os editores de livros didáticos que apoiaram por anos essas historinhas terão para reescrever tudo…
    Nada como um dia depois do outro e uma pesquisa depois da outra.